quinta-feira, 5 de março de 2015

Lá pelas tantas voltas




Vou voltar à minha estrada
Vou voltar a escrever as minhas poesias
Vou sorrir de madrugada, 
Durante o sono tranquilo
Por em prática minhas teorias.

Até que eu canse, ou nasça o novo dia.

Vou é me livrar da dor

Que me assolava nas tardes frias
Vou procurar o meu amor

Largar uns tantos de beijos
E dizer tudo o que me acontecia.
Quando sua ausência era a melancolia.

Nada dura para sempre, nada!
O sempre não joga com o tempo.
À efêmera contratura deixada ao vento
Que o tempo, insistente em ficar

Com suas indagações de lamento
Deixava livre as dobras de sofrimentos.

Vou volitar nas noites de luar
Esquecer as consternações árduas
Vou descrever meus sentimentos
Pensar na deleitosa tarde de chá
Que vou ter de planejar
Para esquecer todo esse tormento.



Meu caminho tem muitas flores
Onde cantam lindos sabiás
Cantam doces cantos, cheio de amores
E me lembro que a felicidade me chamava
Era só eu seguir o caminho que chegava até lá.

Então, confirmarei a caminhada
Escrevendo as poesias sobre o mundo
Sorrindo, na sombra da noite
Ou na tarde chuvosa, com a brisa molhada
Se nada dura para sempre
Não há o que trazer, e nem o que deixar.

Tudo passa, até mesmo essa temporada.

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