domingo, 24 de agosto de 2014

Ideias avulsas



E se fala, mesmo que silenciosamente, a língua das flores?
Quietamente guardam-lhes os sentidos.
Enquanto que talvez, explora-se a filosofia.
Saltam as ideias inatas que surgem animicamente.
E quanto mais se estuda, mais se quer saber.
Como um debate de almas incessante.
Mas como nesse mundo banal?
Como? Se as pessoas tem como verdade as ideias que outrora foram de livros cânone?
Os livros nos informam o que aconteceu por uma opinião de outro e de outro.
Cada um em sua época literária.
Alguns parecem que foram escritos recentes
E mostram muita coisa que ainda não mudou.
Mudam-se uns conceitos
Mas são baseados no pretérito
Pra fazer um bolo precisamos seguir a receita.
Utilizar o tipo textual injuntivo.
Seguir, e depois explorar o que aquilo quer dizer 
Mas nunca se sabe realmente o que quer dizer.
Correlacionando os dois contextos, o de antes e o de agora.
Mas o que mudou?
Ou, o que não mudou?
As pessoas se tornaram mais imediatistas
Outras se comprazem na solidez de suas raízes.
Não existe algo novo, existe rever aquilo que não se lembra mais.
Quem sabe argumentar e defender uma tese?
Quem conhece a vida?
Não existe verdade absoluta em nenhum lugar
Pois que tudo renasce de diferentes perspectivas subjetivas.
Há vocabulários respectivos de cada comunidade
O que entendo pelo signo e não o que eu entendo pela essência.
O que se diz não é a realidade em si!
São pontos ficcionais, e não realistas.
Pois aquele que escreve tem ideias anímicas.
São conceitos formulados do seu próprio conhecimento de mundo.
Resultantes de suas ideias inatas e empíricas.
Linguisticamente abordadas em sua linguagem imaginada.


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